terça-feira, 17 de novembro de 2015

Famíli_aler+


“- Que está na varanda? / Uma fita cor de ganga. / - Que está na janela? / - Uma fita amarela. / - Que está no poço? / Uma casca de tremoço. (...)” 
Assim começa uma das lengalengas da nossa literatura tradicional. Como este existem vários outros textos recolhidos em livros. São inúmeras as edições disponíveis no mercado, mas recomendamos uma que poderá abranger várias idades, incluindo os mais crescidos – “O rato roeu a rolha da garrafa: lengalengas e trava-línguas”, de Loureiro Neves (Notícias Editorial).
As lengalengas têm a vantagem de promover a memorização e a concentração, fundamentais no desenvolvimento da competência leitora. Estimulam igualmente a criatividade, incentivando a recriação com atualizações. Permitem também a valorização do património literário tradicional, proporcionando o diálogo entre gerações. Finalmente, assumem um carácter lúdico que constitui um bom motivo para que todos se divirtam, em família, aLer+.
(A pensar nos Encarregados de Educação, a equipa das Bibliotecas Escolares do AEVP publica esta rubrica com dicas no campo da promoção da leitura.)

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Se eu fosse ... o Papa-letras

Olá amiguinhos!

Os amigos do 2.ºAM, da Professora Susana, depois de virem à biblioteca ouvir a história de Richard Zimmler, "Se eu fosse", fizeram esta prenda para o Papa-letras. Se eu fosse o Papa-letras .... Vem cá espreitar ...


Famíli_aler+


As histórias alteram o cérebro! Já o sabíamos, mas a novidade, segundo um artigo publicado pela revista “E” (jornal Expresso, do passado dia 10 de outubro), é que um estudo divulgado pela revista norte-americana Pediatrics registou imagens de ressonâncias magnéticas da atividade cerebral de crianças de 3 a 5 anos, enquanto ouviam histórias para a sua idade. A ativação cerebral das crianças para quem a leitura era habitual era significativamente maior na “região do hemisfério esquerdo do cérebro chamada córtex de associação parietal-temporal-occipital, que está relacionada com a «integração multissensorial, que integra som e estimulação visual»”. Segundo palavras do psicólogo clínico Eduardo Sá, este tipo de estimulação comprova que o cérebro precisa de treino, de regularidade neste campo. O desenvolvimento da linguagem por parte das crianças que ouvem muitas histórias é fundamental, como salienta este psicólogo , “porque o acesso à palavra nos permite vestir em palavras aquilo que sentimos, crianças que melhor verbalizam, podem tornar-se mais felizes”. Uma história por dia nem sabe o bem que lhe fazia… Especialmente se for numa família “aLer+”!:)